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Eles não discutiam sobre programação, eles programavam. Quando conseguiam quebrar a segurança de sistema simplesmente passeavam por estes sistema, como uma pessoa passeia pelo museu ou uma biblioteca, aprendendo mais sobre o sistema e computadores. No inicio os hackers eram conhecidos apenas como curiosos, pessoas que mexiam incessantemente em seus computadores afim de aprenderem mais. Mas com o passar dos tempos a tentação e invadir estes sistemas, foi se tornando cada vês mais incontrolável, e alguns não resistindo a esta tentação caíram em desgraça, e ligando o até então inocente nome hacker ao crime e a pirataria digital. Prepare-se para entrar em uma nova realidade, esqueça tudo aquilo que você sabe, pois agora você vai conhecer toda a verdade. Tecnicamente, a pessoa que comete um crime agindo como um “hacker” em outro computador é um hacker criminoso, também chamado de 'cracker'. A atuação do “hacker” consiste em explorar funções, aplicativos e periféricos vulneráveis do sistema operacional para obter acesso não autorizado a um computador ou uma rede. Algum tempo atrás, era considerada uma honra ser chamado de “hacker”, o termo tinha uma conotação positiva. Um hacker sabe como usar e explorar um objeto em seu estado existente (neste caso, o sistema operacional de um computador) para que possa ser usado de forma diferente de seu objetivo original. Devido ao grande número de crimes virtuais, atualmente o termo hacker está mais associado com alguém que usa seu computador para atacar de forma mal-intencionada o computador de outro usuário. A pessoa que envia o phishing presume que os destinatários abrirão o e-mail, o lerão e acreditarão no conteúdo. É esperado que o leitor clique no link fornecido, pois sua aparência é verdadeira e ele direciona a um site que parece exatamente como o oficial (PayPal, etc.). Na realidade, o usuário é direcionado a um site falsificado, podendo inserir informações confidenciais da conta que serão registradas e enviadas para o criminoso.
Originalmente, e para certos programadores, são hackers (singular: hacker) indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas. Originário do inglês, o termo é comumente utilizado no português sem modificação. Os Hackers utilizam toda a sua inteligência para melhorar softwares de forma legal. Os hackers geralmente são pessoas com alta capacidade mental e com pouca atividade social. Eles geralmente são de classe média e alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hacker serem usuários avançados de Software Livre como o Linux. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada Cracker e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.
A controvérsia sobre o termoEtimologicamente está relacionado ao verbo cortar nas línguas germânicas. O termo desenvolveu-se vindo a ser associado ao ato de modificar ou inventar algo para realizar funcionalidades que não as originais. As atividades criativas e originais de um inventor ou mecânico seriam o equivalente de hacking, "hackear" na língua portuguesa.
A palavra "hack" nasceu num grupo chamado PST chamado Tech Model RailRoad Club (TMRC) na década de 50. Membros do clube(soldier e ChAoS) chamavam as modificações inteligentes que faziam nos relês eletrônicos de 'hacks'. Quando as máquinas TX-0 e PDP-1 chegaram ao mercado os membros do TMRC começaram a utilizar o mesmo jargão para descrever o que eles estavam fazendo com a programação de computadores. Isso continuou por anos até mesmo quando novas máquinas como o PDP-6 e depois o PDP-10 apareceram. O termo passou a ser usado com diversos significados: sucessos em determinadas áreas, fosse como uma solução não óbvia e particularmente elegante para um problema, ou uma partida inteligente pregada a alguém, ou ligar os sistemas informáticos e telefônicos para fazer chamadas grátis. Eventualmente, o termo passou a ser utilizado exclusivamente na áreas da programação ou eletrônica, em que passou a ser usado para designar indivíduos que demonstravam capacidades excepcionais nestes campos, efetivamente expandindo-os com atividades práticas e artísticas. O que o TMRC (Tech Model RailRoad Club) diz a respeito do 'hacking': Nós aqui no TMRC usamos os termo 'hacker' só com o seu significado original, alguém que aplica o seu engenho para conseguir um resultado inteligente, o que é chamado de 'hack'. A essência de um 'hack' é que ele é feito rapidamente, e geralmente não tem elegância. Ele atinge os seus objetivos sem modificar o projeto total do sistema onde ele está inserido. Apesar de não se encaixar no design geral do sistema um 'hack' é em geral rápido, esperto e eficiente. O significado inicial e benevolente se destaca ao significado recente e mais utilizado da palavra "hacker", sendo a pessoa que geralmente invade redes de computadores com a intenção de roubar ou vandalizar. Aqui no TMRC, onde a palavra "hack" e "hacker" foram criadas e são usadas com orgulho desde a década de 50, ficamos ofendidos o uso indevido da palavra para descrever atos ilegais. Pessoas que cometem tais coisas são mais bem descritas por expressões como ladrões, "cracker de senhas" ou "vândalos de computadores". Eles com certeza não são verdadeiros "hackers" já que não entendem os valores "hacker". Não há nada de errado com o "hacking" ou em ser um "hacker". o termo "hacker, é erradamente confundido com "cracker", os "crakers" são peritos em informática também só que eles fazem o mau uso de seus conhecimentos utilizando para danificar quaisquer tipos de componentes eletrônicos, sendo que os hackers usam seu conhecimentos para a ajuda e aprimoramento de seus componentes.
White hatWhite hat (hacker ético), vem do inglês "chapéu branco" e indica um hacker interessado em segurança. Utiliza os seus conhecimentos na exploração e detecção de erros de concepção, dentro da lei. A atitude típica de um white hat assim que encontra falhas de segurança é a de entrar em contacto com os responsáveis pelo sistema e informar sobre o erro, para que medidas sejam tomadas. Um white hat pode ser comparado a um policial ou vigilante, buscando as falhas para corrigí-las. Encontramos hackers white hats ministrando palestras (ou aulas em universidades) sobre segurança de sistemas, e até trabalhando dentro de empresas para garantir a segurança dos dados. Por causa do sentido pejorativo que a mídia associa ao termo "hacker", normalmente o hacker white hat não é publicamente chamados de hacker e sim de especialista em TI, analista de sistema ou outro cargo na área de informática. No entanto, realmente são hackers.
Gray hatGray hat - Tem as habilidades e intenções de um hacker de chapéu branco na maioria dos casos, mas por vezes utiliza seu conhecimento para propósitos menos nobres. Um hacker de chapéu cinza pode ser descrito como um hacker de chapéu branco que às vezes veste um chapéu preto para cumprir sua própria agenda. Hackers de chapéu cinza tipicamente se enquadram em outro tipo de ética, que diz ser aceitável penetrar em sistemas desde que o hacker não cometa roubo, vandalismo ou infrinja a confidencialidade. Alguns argumentam, no entanto, que o ato de penetrar em um sistema por si só já é anti-ético (ética hacker). Black hatBlack hat,(cracker ou dark-side hacker), indica um hacker criminoso ou malicioso, comparável a um terrorista. Em geral são de perfil abusivo ou rebelde, muito bem descritos pelo termo "hacker do lado negro" (uma analogia à série de filmes Star Wars). Geralmente especializado em invasões maliciosas e silenciosas, são os hackers que não possuem ética.
Muita gente confunde Hacker com Cracker. Devemos antes de mais nada informar que um Hacker, é um sabichão. Justamente por saber muito, ele tem condições de "aprontar" por aí. O Hacker sempre quer aprender mais um pouco e normalmente acaba perdendo horas de sono por isso. É aquele que tem prazer em sentar à frente de seu micro e ficar horas e horas buscando nem sabe o quê. Naturalmente xereto, o Hacker adora invadir sistemas alheios para simplesmente preencher seu ego. Muitas de suas façanhas podem ser discutíveis ao nível social, mas o verdadeiro Hacker não costuma estragar nada, subtrair programas, ou sequer roubar informações em detrimento de outrem. O Hacker é, acima de tudo, um intelectual informatizado. Um Cracker, este sim, é o que utiliza de suas habilidades em proveito próprio, não importando quantos ou quais prejuízos cause. Este é um elemento perigoso, que muitas vezes acaba por se auto-destruir. Normalmente coloca vírus em computadores, descobre senhas para vender a empresas, destrói informações, corrompe sistemas e apronta tudo que pode. . . Para você que algum dia pensa em ser um hacker aqui estão algumas dicas no que você deve concentrar seus esforços e começar a aprender: Conheça a fundo um sistema operacional como o Windows 95, Unix, Windows NT ou MacOS. Com ele é que você ira entender como quebrar a segurança ou então como funciona a segurança, no caso do Windows NT que possui certificado C2 de nível de segurança, é mais difícil, mas não impossível. Aprenda uma linguagem de programação como VisualBasic (específica para a plataforma Intel) ou C (para qualquer plataforma). Você escrevendo pequenos programinhas pode deixar um programa rodando em paralelo para descobrir a senha de acesso. Aprenda a usar o comando TELNET do Unix para se logar em máquinas remotamente e copiar aquele programa oculto que falta para você entrar no sistema ou então cadastrar um usuário fantasma para entrar no sistema. Aprenda como funcionam as redes e quais são os tipos de redes existente. Hoje em dia, a maioria dos computadores estão interligados e você conhecendo as arquiteturas e protocolos utilizados facilita bastante o acesso. Aprenda o protocolo TCP/IP, o protocolo que é usado hoje em dia na Internet. Isto se você quiser ser um hacker da net.
Existem livros que explicam como os grandes hackers entraram nos sistemas fechados, desta forma você pode tirar algumas idéias em como abrir sistemas fechados. Para se ter uma idéia o primeiro livro que li sobre este assunto foi Crime por Computador de Donn B. Parker de 1977, isto mesmo 1977. Para se ter uma idéia, um chefe de contabilidade de uma pequena firma desviou um milhão de dólares, usando um computador para planejar e realizar o seu desfalque, ou então, um jovem ladrão conseguiu acesso ao computador de cuma companhia telefônica e em dois anos roubou cerca de um milhão de dólares em equipamentos. Foi preso porque um de seus empregados o denunciou. Depois de passar 40 dias na cadeia, voltou a trabalhar - desta vez, como consultor de segurança de computadores. Hoje em dia, a história mais conhecida foi a prisão do hacker Kevin Mitnick em 25 de fevereiro de 1995. Este hacker capturado pelo FBI com auxílio do especialista em segurança de computadores Tsutomu Shimomura (um ex-hacker). Este história já rendeu dois livros, um deles o Contra-Ataque foi escrito por Tsutomu Shimomura e John Markoff, um experiente jornalista especializado em tecnologias e o outro livro o Jogo do Fugitivo de Jonathan Littman que é um jornalista bem relacionado no submundo da rede. Qualquer um desses livros atrai com certeza a curiosidade sobre histórias verídicas e temos a sensação de estar no limiar entre a ficção científica e a realidade.Se isso pode acontecer em grandes, pequenas e médias empresas, pode acontecer também com você! Na verdade já está acontecendo no Brasil
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A figura dos hackers está comumente relacionada a indivíduos com alta capacidade intelectual e pouca atividade social. O phishing é considerado como uma ação de hackers porque utiliza a engenharia social para burlar e enganar seus alvos. Por exemplo, um remetente de phishing pode enviar um e-mail disfarçado como um banco, um cartão de crédito ou um serviço de pagamento eletrônico, como o PayPal. O e-mail parecerá lícito, e também seu nome de domínio de rede e endereço de resposta terão uma aparência verdadeira. O corpo conterá uma mensagem inofensiva, como: "É necessário atualizar as informações de sua conta". |
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Desaparecidos |

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Há mesmo genialidade nas invasões a computadores e servidores ou podemos classificá-las como mera atitude de estelionatários? Com a popularização da Internet, muito se tem ouvido falar sobre os hackers e seus feitos: invasões a sites e corporações, desvio de dinheiro pela Internet, roubo de dados confidenciais, destruição de bancos de dados. O que não se sabe, e o que a mídia convencional não explica, é como funciona a cabeça de um indivíduo classificado como “hacker”. Seriam nerds delinquentes revoltados com o mundo? Gênios da computação que não sabem o que fazer com seu conhecimento? |
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Lembre-se sempre conhecimento é poder, e use-o com sabedoria |


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